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Questão 103 do Livro dos Espíritos - parte 03

Encerramos o encontro passado com uma parte acerca de espíritos que podem ser considerados como sendo na nona classe, dentro da escala espírita, mas que possuem algumas características que podem ser usadas em forma de benefício quando prestam determinados serviços aos encarnados, ainda que agindo de forma incorreta. Antes, porém esmiuçamos um pouco acerca de gnomos, duendes, trasgos e seres conhecidos como pertencentes ao reino da natureza e suas características.

Inserimos em nossas páginas de textos vários apontamentos falando acerca do tema gnomos e afins, ou seja, espíritos elementares, dentre eles eu gostaria de destacar uma entrevista concedida por Divaldo Franco. De nossa parte, para encerrar este contexto, cabe-nos ressaltar apenas uma questão importantíssima. Ela foi apresentada pelas palavras de André Luiz, reportando-se aos comentários do Instrutor Gúbio no livro Libertação e que está bem coerente com o contexto doutrinário, ao contrário inclusive, de alguns renomados expositores atuais do Movimento Espírita. Vamos a ela:

(...) Fica uma advertência importante, a de que esses espíritos são inclinados ao bem ou ao mal, na dependência do tipo de influência que sofram, dada a característica "infantil" de suas mentes e devendo, portanto, merecer o respeito de todos nós, como seres em evolução que certamente estão trilhando os mesmos caminhos que já percorremos.(...)

Lembram-se do enfoque que abordamos sobre a nossa evolução enquanto seres que compõe o universo? Sobre aquela bella expressão trazida por Leon e que nos mostra que enquanto seres, passamos por todos os reinos da natureza. Estes irmãozinhos, como também enfatizamos no encontro passado, podem habitar quaisquer outros pontos do universo ou dos universos e podem, muito bem, estar a um passo de receberem a oportunidade de encarnarem na Terra ou em mundos similares. Ou seja, podemos ter sido um destes irmãozinhos.

Quando recordamos que na nona classe da escala espírita existe uma observação também lembrando-nos de que ela é composta por Espíritos Levianos – que São ignorantes, maliciosos, inconseqüentes e zombeteiros. Envolvem-se em tudo, respondem a tudo, sem se preocupar com a verdade. Comprazem-se em causar pequenos desgostos e pequenas alegrias, atormentar e induzir maliciosamente ao erro por meio de mistificações e espertezas.

Temos isso aqui em criaturas mais ‘palpáveis’, não? Aquele homem ou mulher que faz jogo de palavras, seduz e vira as costas. Ou aquela pessoa que semeia a confusão, pelo simples ato de irresponsabilidade. Ou aquelas pessoas que adoram ser bonzinhos, até que se cansam da brincadeira e vão cantar em outra freguesia. Temos isso em profusão na carne e também na vida espiritual.

Espíritos que nos acompanham querendo auxiliar ou apenas tumultuar. Vejam que passagem interessante é a do Fantasma de Bayone. Já está na íntegra em nossa página de estudos e tem uma minúcia de dias e dias de aparições, além das considerações finais. Fantasma de Bayone é um espírito que desencarnou em tenra idade, mas que permaneceu ao lado de sua irmã, orientando-a e amparando-a, mas de maneira adversa ás leis naturais. Ele ali permanecia sem as devidas posturas dos espíritos evoluídos e que seguem determinadas condutas éticas e dentro das leis Universais. Vejamos os trechos que separei:

(...) Eu estava resfriada estes dias; anteontem, todas as suas irmãs estavam ocupadas, eu não dispunha de ninguém para mandar comprar a pasta peitoral. Disse a X. que, quando terminasse seu trabalho, faria bem ir procurar-me alguma coisa na farmácia mais próxima. Ela esqueceu a minha recomendação, e eu mesma nisso não pensei mais. Estava certa de que ela não saíra e não deixara seu trabalho senão para ir buscar uma sopeira de que tínhamos necessidade.

Sua surpresa foi grande, tirando a tampa, de aí encontrar um pacote de bala de cevada que o invisível havia depositado para poupar-lhe uma caminhada, e também para satisfazer um desejo meu que se havia perdido de vista.(...)

Quem narra esta passagem é a mãe do chamado fantasma de Bayonne. “X” é a irmã para quem ele aparece e faz os pequenos favores, os avisos e as recomendações. “Invisível” é o Fantasma. Nessa passagem, a mãe nos conta que necessitava de algo, pedira á filha, mas ambas haviam se esquecido. Mais adiante, quando cumpria com uma de suas tarefas, a menina encontra dentro da sopeira que fora buscar, o ‘mimo’ ali deixado pelo Fantasma. Está é a última aparição relatada, diante de várias outras. E, a partir desta, foram feitas invocações a este espírito, buscando esclarecimentos ante a situação. Acompanhem que interessante, não apenas a objetividade das perguntas, mas como também o seu conteúdo edificante e não meramente especulativo:

(...) Evocamos esse Espírito em uma das sessões da Sociedade e lhe endereçamos as perguntas seguintes. O senhor Adrien viu-o com os traços de uma criança de 10 a 12 anos; bela cabeça, cabelos negros e ondulados, olhos negros e vivos, tez pálida, boca zombadora, caráter leviano, mas bom. O Espírito disse não saber muito porque foi evocado.
Nosso correspondente, que estava presente à sessão, disse que são bem esses os traços sob os quais a jovem o pintou em várias circunstâncias.(...)

Já temos aqui alguns dados importantíssimos. Primeiro é feita a chamada ‘evocação’ e estão presentes médiuns com diferentes faculdades mediúnicas. Não foi a dona Maria lá da esquina que disse e pronto. Existe um zelo para que os fatos não sofram modificações influenciadas pelo animismo e nem pelos possíveis relatos de que já se dispunha sobre a criatura. Um elemento ‘neutro’ se encontrava em cena, o correspondente que veio corroborar o ali relatado pelo médium. Outro fato interessante se faz justamente no tocante à descrição de sua aparência/personalidade: “ boca zombadora, caráter leviano, mas bom”. Nessas horas, lembramos-nos do que o olho no olho é tão importante, não?

Podemos ter um discurso fantástico. Falarmos acerca de inúmeras coisas com propriedade e conhecimento, mas nosso caráter, nossas atitudes e posturas haverão de denunciar se são meramente discurso ou palavras que interiorizamos. Aliás, diante deste ambiente austero e honesto em que o espírito foi evocado, ele não pode permanecer em uma postura tão livre e descompromissada, ou seja, leviana, como quando apenas defronte à pessoa a quem aparecia. Para ler este trecho da REvista Espírita na íntegra, clique aqui: O Fantasma de Bayone.

Prossigamos:

1. Ouvimos contar a história de tuas manifestações numa família de Bayonne, e desejamos dirigir-te, a esse respeito, algumas perguntas. - R. Fazei-as e eu responderei; fazei-as depressa, estou com pressa, quero ir-me.

Diretividade, franqueza e respeito; esta foi a maneira com que o espírito fora abordado. Diante desta postura e de todo o ambiente, repito a vocês, sério e idôneo, o fantasma não se sentiu confortável. Prontificou-se a conversar, mas que fosse logo, pois deseja ir-se. Quando falamos que estar com Deus é estar protegido, basta nos recordemos desta passagem. Homens de bem, sérios e em busca de coisas corretas. Deus não desampara e nem deixa á deriva. Mas temos de estar com Ele!!! Sigamos:

2. Onde pegaste o dinheiro que deste à jovem? - R. Fui tirar na bolsa de outros; compreendeis bem que não vou divertir-me cunhando moeda. Tomo daqueles que podem dar.

Quando vimos nos encontros passados que a ironia é má companheira, eis aí um exemplo clássico: compreendeis bem que não vou divertir-me cunhando moeda. Irônico, mas sem deixar de conter o fundo de verdade. Aquela brincadeira, geralmente leviana, que carrega o fundo daquilo que pensamos. Lembrando que, nesta passagem, falamos que o espírito em questão, o Fantasma, retirou dinheiro de alguém para utilizá-lo. Foi desta maneira que adquiriu as balas de cevada que depositou na sopeira. As balas eram reais, assim como o dinheiro com as quais foram compradas. Ele não, era um espírito utilizando de seu poder de aparição e interagindo de forma profunda com a matéria, a ponto de manipulá-la e fazer-se ver. Que mais nos diz esse espírito:

3. Por que te ligaste a esta jovem? - R. Grande simpatia.
4. É verdade que foste seu irmão morto com a idade de 4 anos? - R. Sim.

Lembram-se que em muitos momentos, ao citarmos a classificação espírita, nos reportamos aos seres da nona classe dizendo-lhes também como serviçais, entre aspas, da espiritualidade superior?Oras, estes irmãos não se servirão de espíritos maléficos ou malévolos para executarem determinadas tarefas, até porque eles não são submissos e nem submetidos. Em outros momentos, falamos também que eles são mais maliciosos e levianos, do que outra coisa, tais quais os espíritos que constam da décima classe. Eis nosso Fantasma de Bayonne. Um ser imperfeito e em fase de evolução, mas bom.

Cansamo-nos de ver isso ao nosso redor. Pessoas tidas como boas, mas que por vezes agem de uma maneira a nos deixar boquiabertos diante da leviandade e futilidade com que se dão ás coisas. Uma vez mais, também nos recordamos do que já foi dito: ninguém é tão ruim que não possua nada de bom dentro de si. Falamos disso de várias maneiras, seja enfatizando que todos possuímos a Centelha Divina, seja dizendo que temos a luz e a sua ausência dentro de nós. Se preferimos enfatizar a ausência, pior para nós. Prestem atenção a esta parte que se seguirá, pois é de uma riqueza impressioante:

5. Por que era visível para ela e não para sua mãe? - R. Minha mãe deve estar privada de minha visão; mas minha irmã não tinha necessidade de punição; de resto, foi por permissão especial que lhe apareci.
6. Poderias explicar-nos como te tornas visível ou invisível à vontade? - R. Não sou bastante elevado, e estou muito preocupado com aquilo que me atrai, para responder a essa questão.
7. Poderias, se quisesses, aparecer aqui no meio de nós, como te mostraste à merceeira? - R. Não.
8. Nesse estado, seria sensível a dor se ferido? - R. Não.
9. Que teria acontecido se a merceeira quisesse ferir-te? - R. Ela não feriria senão o vazio.
10. Sob qual nome poderíamos designar-te quando falarmos de ti? - R. Chamai-me Fantasma se quiserdes. Deixai-me, é preciso que me vá.

Essa própria passagem do Fantasma de Bayonne é esmiuçada na Revista Espírita, sob o título de Os agêneres, contida na edição de fevereiro de 1859. É difícil não trazê-la na íntegra.

Vamos aos fatos contidos nestas últimas 6 perguntas. Ele era visível para a irmã e não para a mãe, dizendo que esta última estava como que em punição por estar privada de sua visão, embora essa visão seja autorizada através de uma chamada permissão especial.

Depois ele não sabe dizer quando e como pode se tornar visível ou invisível, ou seja, ele não domina essa informação e também não se sente atraído pela explicação ou compreensão de como se processa. Ele a desfruta e pronto.

Também se lhe pergunta da possibilidade de sentir dor nesse estado e ele confirma que não. Vimos isso já em algumas passagens. A que tenho utilizado como exemplo e referencial desde nosso tema Sexo na Internet, têm sido a do Espírito do Gastrônomo, também contida na Revista Espírita, em que este irmão é abordado acerca da real necessidade de alimentação para satisfazer materialmente seu espírito, ao que ele nos responde que a busca dele é por saciar recordações e impressões que tivera enquanto encarando, mas que em realidade nada surtiam em seu corpo espiritual, a não ser pelo comando daquilo que ia em sua mente.

O mesmo temos nesta resposta ofertada pelo Fantasma de Bayonne no tocante à dor que poderia sentir e ao ferimento que a merceeira poderia lhe causar. Lembrando que esta merceeira fora aquela que lhe vendera as balas de cevada, crendo estar vendendo-as a uma criança normal ou comum. Bom, neste ponto temos a pressa dele se retirar, estava em posição totalmente desconfortável ante aqueles senhores.

Como compreender tudo isso, não gente? Só mesmo pedindo auxílio aos Espíritos Superiores que acompanhavam kardec e assim teremos São Luiz retirando-nos algumas dúvidas. Bom, a íntegra da explicação pode ser conferida na citada Revista Espírita ou clicando-se aqui: Os Agêneres.

Temos pelas explicações de São Luís que o chamado Fantasma de Bayonne poderia, sem sombra de dúvidas, apresentar-se corporalmente a outras pessoas e em outros lugares e que isso não estava em dependência de sua vontade, mas limitado ao que lhe era permitido.

Afirma ainda, São Luís, que caso ele fosse apresentando a um desconhecido, se assemelharia a qualquer criança da Terra, sendo que temos espíritos que assim o fazem, ainda que de forma rara e que estes espíritos podem ser tanto de moral superior quanto inferior e, na Bíblia, podemos encontrar exemplos. Podemos citar dois e de grande importância dentro do Evangelho: a transfiguração do Monte, presenciada pelos discípulos escolhidos e a aparição de Jesus após o sepultamento, o que muitos chamam da ressurreição. Em nosso dia-a-dia, já pudemos ler histórias ou fatos em que alguém é chamado a fazer determinada coisa em determinado local ou que é abordando por ‘alguém’ que pede socorro para outrem.

Procurei enfatizar o positivo, haja vista a resposta que obtivemos do Dr. Muhr no estudo passado em que ele nos asseverou que Deus não permitiria a aparição tangível de algo que viesse a amedrontar ou enlouquecer, mas sim em forma um pouco mais material que em sonhos e visões. Ou seja, mais fluídica.

São Luís prossegue em suas elucidações trazendo-nos a confirmação de que eles possuem paixões, haja vista a sua inferioridade e isso faz com que tomem corpo para delas usufruírem. Se fossem espíritos de moral elevada, assim o fariam para praticar o bem.Eis os exemplos acima. Ele nos assevera que são tão iguais aos encarnados que sós e poderia distingui-los no momento em que desaparecessem. Aliás, se fossem alvejados, por exemplo, seria isso que ocorreria.

Uma outra colocação oportuna e que muito nos interessa, principalmente se nos recordarmos do estudo recente referindo-se a gnomos e afins, é que frequentemente os espíritos que se servem desta maneira de proceder utilizam-no para o mal, haja vista o fato de os bons espíritos poderem agir pela intuição, falando diretamente ao espírito e ao coração. Ele nos recorda que os bons espíritos também podem fazê-lo, com um fim útil, mas que é habituè entre os espíritos inferiores cujas manifestações físicas são as que podem utilizar e equiparam-se a manifestações inferiores.

Enfim, não são espíritos que detém poderes superiores a outros homens, mas sim os mesmos poderes concernentes a todos os Espíritos. Isso nos faz lembrar que Deus em sua bondade e justiça deu-nos por igual os potenciais e as qualidades, as virtudes e as oportunidades. Muitos de nós soubemos ouvir com ouvidos de ouvir e aproveitamos do ensejo para evoluir e amealharmos mais em nosso próprio espírito imortal. Outros tantos de nós olhamos sem olhos de ver e nos perdemos diante da oportunidade de ser e evoluir. Mas, todos fomos agraciados sem parcimônia e sem predileção.

Enfatiza São Luiz que possuirmos um destes espíritos acompanhando nossa família, como o de Bayonne, não é algo benéfico, tanto é que em nada nos acrescenta ao conhecimento, apenas á matéria. E, pelo tom de sua colocação, creio que não devemos nos preocupar, por não ser fato tão comum. Aliás, ele nos alerta que não devemos confundir espíritos dessa estirpe com os chamados espíritos familiares, afinal os familiares podem nos tocar diretamente ao coração e ao ser e não necessitam destes artífices para assim procederem. São antes, como bem está claro na nona categoria, espíritos levianos.

Aquela frase que a gente não dá muita bola: “Não se constrói a própria felicidade sobre as lágrimas alheias”, poderia ser recordado nesse ínterim. Se edificamos o que quer que seja a custa de sofrimento de alguém ou em busca de nosso próprio benefício, essa edificação cedo ou tarde haverá de ruir. Não está em nossas mãos a felicidade alheia, mas a firmeza de caráter, o reto proceder e a moralidade estão. Aliás, eis um dedinho do que abordaremos na próxima terça-feira, quando adentraremos ao sub-tema Casamento e divórcio, dentro do tema FAMÍLIA. Falemos algumas verdades e deixemos de ostentar o orgulho e o egoísmo que nos envolve no tocante a esse assunto.

Fantasma de Bayonne, nosso referencial desta noite, mostrou que para agradar a uma pessoa, roubou uma e iludiu outra. Pequena traquinagem, mas totalmente destoante do conceito de moralidade que buscamos. E aqui entra num aparte que me agrada sobremaneira. Não existe, por exemplo, pequena mentira. Mentira é mentira e pronto. E, na mesma proporção que se trata da mentira, também se pode tratar da fidelidade, da honestidade, da ética, etc.

Enfatizando que tudo isso que foi dito acerca do Fantasma de Bayonne, dá-lhe a singular característica de agênere, ou seja:

Agênere - (Do grego - a, privativo, e - géiné, géinomai, gerar; que não foi gerado.) - Modalidade da aparição tangível; estado de certos Espíritos, quando temporariamente revestem as formas de uma pessoa viva, ao ponto de produzirem ilusão completa.
O singular fenômeno dos agêneres que, por muito extraordinário que pareça à primeira vista, não é mais sobrenatural do que os outros. Porém, como o explicamos na Revue Spirite (fevereiro de 1859), julgamos inútil tratar dele aqui pormenorizadamente. Diremos tão-somente que é uma variedade da aparição tangível. E o estado de certos Espíritos que podem revestir momentaneamente as formas de uma pessoa viva, ao ponto de causar completa ilusão. (Do grego a privativo, e geine, geinomaï, gerar: que não foi gerado.)

Faltava apenas classificarmos o Fantasma para que quando nos depararmos com esse termo, agênere, soubéssemos exemplificar o que seja. Bom, aqui encerramos de uma vez por todas (dentro desta seqüência) a questão 103, trazendo apenas o seguinte parágrafo referencial:

(...) Nas suas comunicações com os homens, a linguagem é algumas vezes espirituosa e engraçada, mas quase sempre sem profundidade. Compreendem os defeitos e o ridículo humanos, exprimindo-os em tiradas mordazes e satíricas. Se usam nomes supostos, é mais para se divertir conosco do que por maldade.(...)

Aos poucos vamos nos conscientizando que a ironia não é benéfica em nenhum momento. Agora, mais ainda!!! Embora pareça engraçado e até espirituoso, está mais para terceira ordem do que outra coisa.

Bom, eis o que tínhamos para falar acerca da questão 103!! Gostei muito de ter a oportunidade de trazê-la desta forma, profunda, assim creio que todos nós podemos refletir sobre as categorias ora apresentadas e norteamos melhor não somente as comunicações e interações com o mundo espiritual, mas também tomarmos como base e referencial para nossos companheiros de jornada.

Prosseguiremos com a questão 104  no próximo estudo, dia 08-11-08.

Exposto em 01-11-08 por Fiorell@!

 

 
 
 

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